quarta-feira, 18 de julho de 2018

14:14:00

Atuação da Neuropsicologia





A neuropsicologia é a ciência que estuda a relação entre o cérebro e o comportamento humano. Ou seja, o principal enfoque da neuropsicologia é o desenvolvimento de uma ciência do comportamento humano baseada no funcionamento do cérebro. É a ligação mais próxima da Psicologia com a Neurologia.

O Neuropsicólogo atua principalmente em consultórios, hospitais e clínicas, auxiliando na avaliação de crianças, adultos e idosos que possam apresentar algum comprometimento neurológico. Dentro da neuropsicologia pode-se trabalhar de duas formas, com a avaliação e com a reabilitação.

O principal instrumento do neuropsicólogo é a Avaliação Neuropsicológica, na qual técnicas são utilizadas para relacionar um comportamento do indivíduo com alguma lesão ou disfunção cerebral. O método é muito comum no diagnóstico de doenças como o Alzheimer e alterações comportamentais como a Epilepsia.

Por meio de instrumentos validados e testagens e técnicas neuropsicológicas, o profissional será capacitado de modo teórico e prático para desenvolver em seu trabalho uma avaliação aprofundada, além do desenvolvimento de um raciocínio clínico para o levantamento de hipóteses diagnósticas e diagnósticos diferenciais. 

O neuropsicólogo conta com um amplo campo de trabalho, já que seus conhecimentos de especialista são fundamentais no diagnóstico e tratamento de inúmeras disfunções cerebrais. Ele poderá atuar em instituições de ensino, realizando pesquisas e ministrando aulas, em hospitais, clínicas e consultórios privados, além da área forense, avaliando pessoas em conflitos judiciais.

Os conhecimentos do neuropsicólogo poderão auxiliar outros profissionais em sua atuação, já que fornece dados para que eles escolham o melhor tratamento médico para cada situação. O trabalho é feito com portadores ou não de sequelas e pode dar origem a laudos cujas finalidades podem ser tratamentos clínicos ou pericial e jurídico.

O curso de Neuropsicologia apresenta todos os aspectos teóricos e técnicos que fazem parte do cotidiano do neuropsicólogo, exames e formas conhecidas de reabilitação de pacientes. Não deixe de conhecer, clique aqui.


14:06:00

Sabendo mais sobre a Biologia Molecular




A Biologia Molecular é um ramo da Biologia que explora o estudo da vida em escalas moleculares. Seu principal foco é o estudo de genética, DNA, produção de proteínas e o material genético em geral. Seu campo de estudos é bem amplo. Seus estudos são baseados nas relações entre esse material genético e a produção de proteínas, assunto que envolve várias áreas. Essa área de estudo tem ligação intima com outras áreas de estudo, como bioquímica e a própria genética.

Os objetos de estudo da Biologia Molecular são todas ligadas às informações genéticas, hereditariedade, DNA, células. Todas essas coisas são alvo principal de outras áreas de pesquisa. A genética também explora esses fenômenos, embora essa biologia dê mais ênfase no grau molecular da pesquisa. A diferença básica entre essas áreas é que, enquanto essas áreas trabalham com análise macro ou microscópica de tecidos ou células, a biologia molecular trabalha num nível submicroscópico. Essa diferença se fez possível pelo avanço da tecnologia. Tanto é que, a Biologia Molecular é um campo bem mais novo que as outras áreas ligadas a ela.

A descoberta do DNA e RNA...

A história do DNA começa no ano de 1869 com o bioquímico alemão Johann Friedrich Miescher. A descoberta aconteceu por meio da análise do núcleo de células vindas dos glóbulos brancos do pus de feridas. O uso desse material se justificava porque essas células têm núcleo maior e são mais fáceis de isolar. Em meio as pesquisas, foi notada a presença de algo ácido e desconhecido. Na época, Miescher chamou essa substância de nucleína.

Mas foi somente em 1953 a descoberta do atual modelo de dupla hélice do DNA, proposto por James Watson e Francis Crick (do artigo Molecular Structure of Nucleic Acids: A Structure for Deoxyribose Nucleic Acid). Comprovando que o DNA contém a informação genética de todos os organismos vivos e é responsável pela transmissão hereditária. Por essa descoberta, em 1962 eles receberam o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia, tornando-se os cientistas mais importantes da história moderna.

As áreas que atuam junto...

Nesta área da biologia são frequentemente combinadas técnicas e ideias provindas da Microbiologia, Genética, Bioquímica e Biofísica. Historicamente, a Microbiologia exerceu um papel fundamental no desenvolvimento da Biologia Molecular, pois a maioria dos conceitos-chave e das técnicas de Biologia Molecular se originou a partir de estudos e experimentos realizados principalmente com bactérias, fungos e vírus (especialmente bacteriófagos, que são vírus que infectam bactérias).

Não existindo distinções muito definidas entre as disciplinas mencionadas, pode-se considerar a B. M. na interface entre a Bioquimica e a Genética.

A Bioquímica define-se, de uma forma geral, como o estudo das reações químicas em organismos vivos; a Genética ocupa-se especificamente do estudo das consequências de diferenças no material genético nos organismos.

Concluindo...

Essa área é relativamente nova. Antes, já havia outras ciências que já trabalham com seu material de estudo, talvez por isso, a Biologia Molecular esteja intimamente ligada a outras áreas. Sua história se mistura com a de outras ciências por causa disso sua atuação tem a cooperação de ciências como Bioquímica, Genética, etc. A Biologia Molecular ocupa então um espaço próprio, mas relacionando conhecimentos dos dois campos, ao investigar os mecanismos de replicação, transcrição e tradução do material genético.

Indicação de curso...

O curso de Biologia Molecular apresenta conteúdo completo e atualizado sobre o tema, incluindo conhecimentos sobre DNA, RNA e ainda mais.


13:46:00

Conhecendo a Ortopedia Veterinária



A ortopedia veterinária conta com especialistas cada vez mais aptos a solucionarem os problemas ortopédicos, desde as fraturas mais simples até as mais complexas.

A ortopedia vem utilizando princípios, métodos e tecnologias cada vez mais sofisticados, como por exemplo, o uso dos exames de diagnóstico por imagem, com uma vasta gama de aparelhos e técnicas cirúrgicas cada vez mais aprimoradas.

Dentro desse contexto podemos encaixar algumas situações que contam com cautela e profissionalização dos envolvidos como, por exemplo, as imobilizações externas, métodos de diagnóstico das principais moléstias osteo-articulares, artrotomia do joelho (ligamento cruzado, luxação de patela), cicatrizações de lesões que necessitaram de intervenção cirúrgica, dentre outros.

Ossos quebrados, tombos e acidentes com atropelamentos, qualquer pet com ossos pode estar sujeito a algum tipo de problema dessa natureza. A ortopedia veterinária atua expansivamente em complicações como fraturas, traumas, artroses e outros. O intuito é preservar a saúde do animal, aliviando as dores causadas por problemas ósseos e melhorando a qualidade de vida desses tão importantes seres em nossas vidas.

As especialidades revolucionaram o atendimento veterinário, sobretudo nos últimos 20 anos, proporcionando mais saúde e bem estar aos animais, bem como demanda por profissionais qualificados.

Uma das que mais se destacam é, sem dúvida, a ortopedia.

Antes, por falta de recursos e conhecimento dos profissionais, o animal era eutanasiado, em casos de traumas e lesões ortopédicas.

Com essa mudança e em franco crescimento, a área da ortopedia veterinária é um ótimo ramo para quem tem interesse em se destacar no mercado, mas para isso é essencial à busca por conhecimentos e atualizações.

Alguns problemas que a Ortopedia na Veterinaria, junto com a Fisioterapia Veterinária vai atuar:

· Artrose: inicialmente diagnosticada como uma doença exclusivamente humana, hoje é possível encontrar vários animais com alterações degenerativas na cartilagem articular, apresentando lesões na coxofemoral, coluna vertebral, joelho e cotovelo. Tornando-se relutantes em realizar tarefas simples da rotina animal como levantar, andar, brincar, correr, subir sofás, escadas e outros, modificando seu espirito natural de alegria por tristeza e quietude.

· Displasia Coxo-femoral: doença caracterizada pela degeneração da articulação da bacia com a cabeça do fêmur. Traz complicações na mobilidade do animal, dificultando sua caminhada, corrida e pulo. Costuma acometer animais de médio e grande porte.

· Ruptura do ligamento cruzado: Uma das afecções mais presentes e estudadas na ortopedia animal. Normalmente acometida por uma ruptura crônica por fadiga progressiva das estruturas do joelho.

· Luxação de patela: mais conhecida como rótula em humanos, a luxação de patela animal é oque guia a ação do músculo do quadríceps na parte inferior da perna. As dores variam em graus, sendo o tratamento adequado para cada situação, desde somente dor até rotação extrema do membro e andar "agachado" dos membros posteriores.

· Fraturas/traumas: trabalha toda a esfera de reabilitação ortopédica do animal, desde cirurgia até bolsas de gelo, crioterapia, hidroterapia e termoterapia. Visando o fortalecimento, reabilitação e flexibilidade dos músculos e movimentos.

· Displasia de cotovelo: Caracterizada por uma má formação dos componentes ósseos da articulação do cotovelo resultando em um desnivelamento entre rádio e ulna ou tróclea mal formada. Os tratamentos feitos antes do crescimento completo do animal costumam trazer resultados melhores. Animais com mais de 4 anos passam por um tratamento conservativo associado com a fisioterapia animal estabilizando os sintomas e a progressão da osteoartrose.

· Necrose asséptica da cabeça do fêmur: normalmente acomete cães de pequeno porte, exibindo atrofia muscular, encurtamento do membro dolorido e dor ao movimento passivo da articulação do quadril. A cirurgia em conjunto com as ações fisioterápicas ajudam na reabilitação da vida saudável do animal.

· Síndrome do cão nadador: anormalidade de desenvolvimento de filhotes caracterizada pela dificuldade no andar. Se manifestam já nas primeiras duas a três semanas após o nascimento, observadas pela hiperextensão das articulações dos joelhos e jarrete, além da articulação coxofemoral hiperfletida bilateral. A dificuldade em manter-se em pé logo aparentam fraqueza e debilidade. Os tratamentos conservativos em conjunto com a fisioterapia costumam surtir efeitos muito positivos.

A área da ortopedia veterinária é um ótimo ramo para quem tem interesse em se destacar no mercado, mas para isso é essencial à busca por conhecimentos e atualizações.

O curso de Ortopedia Veterinária aborda exame ortopédico completo, tratamentos, principais doenças ósseas e articulares, anatomia e muito mais.

O Curso online de Fisioterapia Veterinaria vai trazer a introdução ao estudo da fisioterapia veterinária, exame clínico do paciente, tipos e métodos de fisioterapia.

13:32:00

Perda da Saúde Auditiva e a Fonoaudiologia



Saúde auditiva é a conservação da audição de forma saudável para que se possa manter a capacidade de ouvir até a terceira idade.

Ter uma audição perfeita faz parte de uma boa saúde, porém as pessoas esquecem que para isto é preciso tomar algumas medidas que previnam problemas com este sentido. É mais comum a realização de 'check-ups' médicos para avaliar outras partes do corpo humano, como o coração e visão, mas o cuidado com a audição naestá entre as prioridades de muita gente. E essa indiferença com os ouvidos pode se transformar em um prejuízo grave para a saúde auditiva.

Normalmente, as pessoas são vítimas dos males causados pelo barulho do dia a dia sem nem perceber, já que há algum tipo de barulho em toda parte.

O "padrão de normalidade" é ouvir entre 0 e 25 decibéis de som. Por isso, pessoas diferentes, mas com uma audição considerada normal, podem ouvir "melhor" que outras. Quando o nível atinge os 30 decibéis, esses 5% de rebaixamento já são considerados perda auditiva, mas a colocação do aparelho, nestes casos, ainda depende do paciente. Se ele não sentir necessidade, pode abrir mão da prótese auditiva. Neste caso, a audiometria deve ser repetida a cada seis meses, para acompanhar a evolução do problema.

A colocação de aparelho auditivo só se torna um protocolo obrigatório quando o nível de audição chega a 45 decibéis. Ao atingirem esse nível, há pacientes que já têm prejuízo na área da fala. Por isso, existe a recomendação de colocar uma prótese mesmo que o paciente não queira.

As patologias da audição, pela privação sensorial que causam, são uma das principais responsáveis por alterações no desenvolvimento de linguagem oral. Perante o atraso na intervenção de um tratamento efetivo, acarretará o prolongamento do período patológico, além da instalação de outras patologias associadas, uma vez que a localização do aparelho auditivo permite o contato com outras estruturas do corpo(1).

Com a demora da intervenção fonoaudiológica e/ou médica, o período de privação auditiva no indivíduo se prolongará, interferindo no desenvolvimento social e cognitivo que a linguagem proporciona. Qualquer tipo de perda auditiva poderá levar a prejuízo no acesso à linguagem oral(2). O mecanismo da audição é vulnerável a danos em qualquer estágio da vida, podendo ocorrer perda auditiva de tipos e graus variados o que, possivelmente, originará sérias conseqüências à comunicação, realizada por meio da linguagem. A comunicação é essencial para a interação entre os participantes da sociedade, assim, pode-se dizer que a comunicação é um pré-requisito funcional da sociedade, pois ela tem papel fundamental no processo de humanização do indivíduo.

A incidência da perda auditiva adquirida em nosso país tem aumentado assustadoramente nos últimos anos. Sua principal causa está na falta de prevenção das principais infecções e doenças contagiosas.

Neste sentido, uma perda auditiva instalada em qualquer fase da vida do indivíduo poderá produzir efeitos devastadores em sua capacidade de se comunicar.

A perda auditiva em crianças pode gerar grande impacto na comunicação da mesma. Mesmo em grau leve, a surdez trará prejuízos à habilidade de inteligibilidade das mensagens orais. Uma criança que está apenas começando a entender as relações da fala tem necessidade de ouvir claramente todos os sons para ter uma percepção efetiva e um adequado desenvolvimento lingüístico e cognitivo.

É impossível mensurar o impacto de uma perda auditiva num indivíduo em particular, pois este impacto dependerá da idade da ocorrência da surdez, do tempo de seu diagnóstico, o grau de acometimento da perda e sua etiologia. Em suma, quanto mais cedo a criança desenvolver a surdez, mais devastadores serão os efeitos no desenvolvimento e funcionamento da linguagem, assim como, no aproveitamento escolar.

Diante da importância da integridade auditiva para o desenvolvimento da comunicação na sociedade, considerando os fatores social, psicológico e cognitivo, deve ser feita a identificação o mais cedo possível da surdez, seja pelos familiares, seja por profissionais, ao observar comportamentos transitórios ou permanentes que podem indicar a existência dessa perda auditiva.

Alguns comportamentos podem ser observados nas crianças, como a falta de atenção, o olhar constante para o rosto de quem fala, reação a alguns sons, reações inconsistentes em dias diferentes, reage mal à fala em condições barulhentas, a fala é difícil de ser entendida, fala muito alto/baixo e, a fala e a compreensão são limitadas.

No tocante aos problemas auditivos que podem acometer o sujeito na fase adulta, a perda da audição após os 18 anos de idade pode ser considerada um problema de desenvolvimento, a um problema de reorganização da personalidade e ajustamento, já desenvolvidos para circunstâncias de vida diferentes, o que pode conduzir a sentimentos de inutilidade, depressão e confusão de identidade.

A perda auditiva adquirida na idade adulta deve ser considerada acima de tudo, uma perda social e psicológica que afeta todas as interações interpessoais e de comunicação e que priva o indivíduo do tipo de relações sociais, metas profissionais e qualidade global de vida aos quais ele estava acostumado e que davam significado à sua vida(5).

Embora as pessoas que adquiriram a surdez na fase adulta trabalhem em quase todas as ocupações possíveis, elas vivenciam menores índices de participação na força de trabalho e maiores índices de desemprego, além de rendas mais baixas comparadas a de grupos com audição normal.

É importante ressaltar, também, as repercussões de uma perda auditiva no idoso. Para este, a comunicação torna-se mais vital à medida que o processo de envelhecimento progride. O isolamento da pessoa idosa da sociedade mais jovem e o conseqüente declínio na qualidade de sua comunicação devido aos déficits sensoriais levam a um profundo impacto, pois o fluxo constante de comunicação e informações mantém o indivíduo ativo na sociedade, além de trazer um bem-estar físico, mental e social.

Mediante os transtornos trazidos para o indivíduo em qualquer fase de sua vida, torna-se mais evidente a necessidade em conhecer não só as conseqüências de tais alterações, mas também os fatores inerentes à instalação destas patologias, a fim de que sejam realizadas estratégias de controle.

O curso de Saúde Auditiva oferece conhecimentos sobre conceitos da área, audiologia, PAIR, audiometria, patologias, ruídos e muito mais.


12:03:00

Saiba mais sobre a Nutrição na Geriatria




O envelhecimento traz consigo uma série de alterações tanto na composição corporal, como mudanças orgânico-funcionais. Estas alterações são gradativas e gerais. A adequação da dieta é condição para que a alimentação cumpra seu papel no processo de nutrição, e satisfaça as necessidades globais dos indivíduos. Portanto, a boa alimentação é um dos fatores principais para melhoria da saúde dos idosos que desejam chegar a uma verdadeira longevidade, ou seja, viver muito com uma saúde plena e em equilíbrio. Para isso, o idoso necessita ter uma alimentação variada e muito bem balanceada, que deve incluir todos os grupos de alimentos.


As necessidades calóricas diminuem para os idosos. Na alimentação deles deve ser incluído alimentos que possuam baixo teor calórico e que sejam ricos em proteínas, vitaminas e sais minerais. Vale lembrar que durante o processo de envelhecimento, é muito importante que a pessoa mantenha um peso saudável.

Alterações no estado nutricional (EN) também são observadas com as mudanças em que o organismo é submetido durante o envelhecimento, e a inadequação nutricional afeta o bem-estar de longevos, causando declínio funcional, devido aos aportes deficitários de calorias e nutrientes (desnutrição calórico-protéica, deficiência de vitaminas e minerais), pelo excesso calórico (obesidade) ou pela utilização excessiva de substâncias como o álcool.

A obesidade, dentre outros fatores, encontra-se associada à inatividade física, que pode levar ao baixo condicionamento físico (musculoesquelético e cardiorrespiratório), aumentando a fragilidade do idoso, e podendo deixá-lo mais vulnerável a doenças crônicas. Em contrapartida uma incapacidade preexistente pode reduzir a atividade física e, consequentemente, aumentar o seu peso corporal, devido à redução do gasto energético.

Para os idosos, a nutrição é especialmente importante devido às mudanças fisiológicas relacionadas ao envelhecimento e ao desenvolvimento de doenças crônico-degenerativas. Vamos lidar com alguns aspectos importantes da Nurição na Geriatria.

Valor calórico

O valor calórico da dieta deve variar de acordo com a idade, peso, altura, composição corporal, patologias apresentadas, estilo de vida dentre outros fatores. Contudo, é importante considerar no cálculo do valor calórico das dietas elaboradas para idosos que a taxa metabólica desta população é particularmente reduzida em relação aos adultos jovens e de meia idade numa proporção média de 10% a cada década.

Carboidratos

A principal fonte de energia para o músculo durante a atividade física provém dos carboidratos na forma de glicogênio muscular. Além do seu papel como combustível muscular, os carboidratos fornecem energia para o desenvolvimento e manutenção de todas as funções celulares, preservam as proteínas, ativam o metabolismo e representam o único substrato energético para o sistema nervoso central. A recomendação deste nutriente para idoso fisicamente ativo é de 50-60% do valor energético total ingerido na dieta.

Considerando a importância deste nutriente nos exercícios, o profissional deve orientar o idoso a consumir uma quantidade suficiente de carboidratos ao longo do dia e principalmente antes e após a atividade física para suprir suas necessidades diárias de energia. Essas estratégias dietéticas garantem estoques suficientes de glicogênio muscular e hepático antes e depois do exercício assegurando condições mais efetivas para otimizar as melhoras promovidas pelos treinos e o bem-estar do idoso.

Deve-se priorizar os carboidratos complexos, cujo índice glicêmico seja reduzido, como forma de minimizar os picos de hiperglicemia seguidos por hipoglicemia temporária, comumente observados em situações de intolerância à glicose. Essa condição de intolerância é mais comum com o aumento da idade e deve-se à diminuição da secreção de insulina e redução da resposta dos tecidos à sua ação ou ainda, a presença de diabetes tipo II.

Proteínas

O consumo adequado de proteínas é fundamental para a manutenção da massa muscular que diminui com o avanço da idade, e que está também associada à redução no nível de atividade física. A ingestão adequada de proteínas é indispensável para garantir um adequado efeito do treinamento de força muscular em indivíduos acima dos 50 anos de idade e representa assim, um aspecto fundamental a ser considerado pelo profissional para garantir a saúde e a capacidade funcional de quem está envelhecendo. No entanto, é importante ressaltar o cuidado de não incrementar a ingestão de proteínas acima do recomendado para não interferir com a absorção do cálcio que pode trazer consequências negativas na manutenção óssea.

Uma adaptação às recomendações proteicas da atividade física regular e às necessidades do idoso pode ser a base de cálculo de uma dieta a partir de 1,2 gramas de proteínas por quilo de peso. Havendo treinos resistidos e bom metabolismo protéico, avaliado periodicamente através de métodos bioquímicos pode-se elevar esta recomendação para 1,4 a 1,6 gramas de proteínas por quilo de peso/ dia.

Gorduras

A gordura não é o nutriente energético mais importante durante a atividade física, já que esta fonte de energia é proveniente do tecido adiposo. Assim, os mesmos cuidados dietéticos em relação à quantidade e qualidade dos lipídios na alimentação devem ser mantidos mesmo para o idoso ativo. Desta forma, as gorduras mais indicadas para a dieta de indivíduos idosos envolvidos regularmente com a prática de atividade física são as insaturadas, principalmente as monoinsaturados provenientes de alimentos de origem vegetal e de alguns peixes de água fria.

Antioxidantes

A prática de atividade física, quando realizada em alta intensidade está associada à produção de radicais livres que consomem os antioxidantes produzindo lesões celulares e comprometendo a defesa do organismo. Além disso, se a defesa do organismo estiver reduzida em decorrência de uma deficiência nutricional, doenças ou intervenções farmacológicas, o organismo pode tornar-se mais susceptível à ação dos radicais livres. Desta forma, é importante reforçar o consumo de alimentos com componentes antioxidantes para estes idosos como o beta-caroteno, vitaminas C e E, selênio, zinco, cobre e magnésio. Já as atividades físicas de intensidade moderada e praticadas regularmente estão associadas a efeitos fisiológicos benéficos que combatem o efeito negativo dos radicais livres.
Desta forma, apenas para o idoso em treinamento muito intenso e / ou de longa duração, como os maratonistas o cuidado nutricional para a suplementação destes nutrientes deve ser considerada. De maneira geral as quantidades normalmente recomendadas para a dieta atuam de maneira positiva sobre as conseqüências do aumento da capacidade aeróbia do treinamento.

Hidratação

A hidratação dos idosos que praticam atividades físicas merece atenção especial. A percepção de sede nesta faixa etária está diminuída o que os leva a uma ingestão de líquidos menor do que o necessário.
Portanto, o estímulo à ingestão de líquidos deve ser independente da sensação de sede já que a mesma se mostra um indicador ainda mais tardio nos idosos. Além disso, um dos problemas mais frequentes no idoso é a intolerância ao calor causada pela diminuição do fluxo sanguíneo para a pele e a produção reduzida de suor. Muito dessa intolerância ao calor deve-se a vida sedentária dos idosos que prejudica o seu desempenho aeróbico e aclimatação. No entanto, independente do estilo de vida, foi mostrado que a diminuição do fluxo sanguíneo para a pele e a produção de suor são mudanças inevitáveis da idade. Desta forma, o idoso ativo deve ser orientado de acordo com o seu estado de saúde, medicamentos utilizados, nível de condicionamento físico e de aclimatação ao calor a fim de evitar a hipertermia e a desidratação.

De acordo com o "American College Of Sports Medicine" a reposição de líquidos para quem pratica exercícios deve ser da seguinte forma:

•24 horas antes do exercício: garantir uma ingestão adequada de líquidos e um estado de hidratação adequado;

•2 horas antes do exercício: ingestão de 500 ml de líquidos;

•A partir de 1 hora de exercício: 600 - 1200 ml de líquidos por hora de exercício;

•No decorrer do exercício: ingerir a partir de 125 ml líquidos a cada 15 - 20 minutos.

 Tomando-se como base as diretrizes nutricionais para o indivíduo ativo e adequando-as às necessidades do idoso podemos organizar sua dieta, principalmente para a melhor recuperação muscular, adequação de seu peso e composição do mesmo. Assim, a sensação de bem estar o mantém na regularidade dos exercícios sem dores musculares e desconfortos comuns, observados com treinos intensos e dieta inadequada.

O resultado da rotina de exercícios em relação a melhor desenvoltura nos movimentos de independência e postura têm sido amplamente comprovados. Todos devem ser estimulados à prática de exercícios regulares, porém sabemos que o idoso atual não se habituou a pratica de esportes em academias e outras entidades especificas para isto. Além do hábito não consolidado, a modernização causou muito mais impacto no idoso atual, do que podemos avaliar no adulto jovem atual. O idoso passou de uma rotina com longas caminhadas e mecanismos domésticos que utilizavam mais força para uma vida mais sedentária com a facilidade da era automatizada.

 Assim, concluímos que a prescrição da dieta com valores adequados às necessidades energéticas e Proteicas devem ser manipuladas com o objetivo de manter a adesão à mesma. Respeitar a individualidade quanto às preferências e intolerâncias alimentares parece ser muito mais importante no idoso do que no jovem que apresenta maior capacidade de mudanças de hábitos. Respeitar também a individualidade em relação à aquisição e preparo dos alimentos facilita a introdução de alimentos saudáveis e não modifica algumas rotinas importantes ao estilo de vida do idoso. E, por fim, fracionar a dieta, o máximo possível respeitando a individualidade gastrointestinal do idoso, isto melhora o aproveitamento nutricional dos alimentos selecionados com a finalidade de recuperar o desgaste físico e implementar o rendimento físico, consequentemente atingindo todos os objetivos de melhorar a qualidade de vida.

Indicação de material para estudo.


Esse CD Virtual traz material para auxiliar o profissional e estudante a entender as características dessa idade e suas necessidades.  Clique aqui

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06:07:00

Saiba mais sobre a Fisioterapia na Ortopedia



Fisioterapia é a ciência que promove a reabilitação física do paciente com a utilização dos mais avançados e sofisticados recursos tecnológicos. 

A fisioterapia em Ortopedia/Traumatologia atua na investigação, prevenção e tratamento das doenças ósseas, musculares, articulares e ligamentares. Trabalha-se utilizando recursos elétricos, mecânicos, térmicos e hidroterápicos, além de técnicas da cinesioterapia, objetivando aliviar o quadro álgico, eliminar o processo inflamatório, melhorar a circulação sanguínea, fortalecer e alongar determinadas musculaturas. Além disso, objetiva-se a recuperação dos movimentos em sua amplitude de movimento total ou fisiológica, equilíbrio, propriocepção e reeducação postural. Ou seja, o objetivo da fisioterapia é preservar, desenvolver e aprimorar a integridade da função.

As principais indicações são entorses, tendinites, bursites, disfunções posturais, LER/DORT (Lesões por esforços repetitivos), pré e pós-operatórios de cirurgias ortopédicas, e lesões decorrentes de traumas mecânicos, artrose, artrite e fibromialgia.

O fisioterapeuta trabalha utilizando técnicas manuais (massagens, alongamentos, mobilizações) e de cinesioterapia (tratamento através de exercícios), além de dispor de recursos elétricos (TENS, FES, Laser), mecânicos (bicicleta), térmicos (gelo, IV, US) e hidroterápicos (piscina, Turbilhão).

O conjunto de equipamentos aliado à capacidade profissional dos fisioterapeutas garantem ao paciente o pleno restabelecimento e retorno as suas atividades com total segurança.

Os recursos para o fisioterapeuta lidar nesta especialidades, como falado acima, são muitos. É importante ressaltar que a acupuntura em fisioterapia na ortopedia pode ser um aliado.

Para estudo nesta área, recomendo três produtos. Um deles é o CD virtual de artigos científicos de Fisioterapia na Ortopedia. O outro é o material Atualidades em Fisioterapia Ortopédica que traz uma boa visão desta especialidade no mercado. A última indicaçao é de um curso online num dos maiores portais de EAD do Brasil. O Conteúdo do Curso online de Fisioterapia Ortopedica e Traumatológica é excelente. 

05:38:00

Como é instalado o sistema de energia solar




Produzir sua própria energia e não depender exclusivamente de um sistema de rede elétrica já é uma realidade para muitas pessoas e você pode ser uma delas! A tecnologia necessária para isso vem diminuindo de preço e o governo brasileiro ainda concede uma série de benefícios para quem utiliza fontes renováveis de energia

O passo a passo abaixo, demonstra de uma maneira simplificada como instalar o painel solar:

1: Preparando o local de instalação das placas solares –  Com base no layout desenhado para o sistema, a equipe de instalação, sobe no telhado da sua casa ou empresa e desenha onde será alocado cada painel solar.
 
2: Instalando os "suportes" dos painéis solares – Em telhados de barro, as telhas são removidas nos lugares certos, de acordo com o layout, e os "suportes" são aparafusados nestes pontos provendo a base da fixação do sistema. Em telhados de metais, a instalação é mais simples e o suporte é aparafusado através da própria telha metálica provendo segurança e proteção contra infiltrações.

3: A instalação dos "trilhos" onde os painéis solares serão
 fixados – As estruturas de fixação são todas pré-fabricadas, normalmente em alumínio. Os trilhos são feitos para encaixar perfeitamente nos suportes e prover um local perfeito para prender os painéis solares.

4: Instalar as placas solares sobre os trilhos e conectar os cabos – Com os trilhos bem fixos é hora de instalar os painéis em seu devido lugar e conectar os cabos.

5: Conectar os painéis solares no inversor solar e instalar o inversor  na rede elétrica de sua casa ou empresa – Esta é a parte final da instalação, onde quem trabalha é somente o eletricista. Após a instalação e a conexão à rede, o sistema de energia solar já está produzindo energia elétrica e você começa a economizar na conta de luz imediatamente.

Como você pode ver, produzir sua própria energia é mais simples do que você pensa. Com a empresa certa e as atitudes preventivas adequadas, você pode ser ecologicamente correto e ainda economizar um bom dinheiro.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

06:55:00

Treinamento Funcional e a Educação Física



A atividade é baseada nos movimentos naturais do ser humano, como pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar.Os resultados são força, equilíbrio, flexibilidade, condicionamento, resistência e agilidade. Outros benefícios são a prevenção de lesões, melhorias cardiovasculares, a redução do percentual de gordura, o emagrecimento e a definição muscular.

É importante ressaltar que o Treinamento Funcional aplicado em indivíduos saudáveis é competência privativa do Profissional de Educação Física

Todo treinamento necessita de metodologia, periodização, conhecimento técnico e um profissional registrado junto ao CREF (Conselho Regional de Educação Física).

Quando o foco é treinamento funcional, é imprescindível que o professor domine a técnica necessária para cada aparelho utilizado: ketlebells, liberação miofascial, treinos suspensos, pliometria, corda naval, dentre outro inúmeros exercícios e aparelhos disponíveis no mercado.

5 aulas de Treinamento Funcional na Prática

Circuito funcional não é – e não pode ser – um "amontoado" de exercícios sem lógica. Bater a corda naval no chão, arremessar a bola, pular em um caixote e fazer exercícios suspensos é muito bacana, mas antes de iniciar qualquer atividade, discuta com seu professor sobre o programa de treinamento.

Compreender o processo como um todo é a melhor maneira de alcançar suas metas e objetivos, sem desperdiçar tempo ou correr riscos de lesões. Ótimos treinos!

Você achou um guia (e-book) que vai te dar variedade de atividades no treinamento funcional! Clique aqui!

06:34:00

A leitura de um bom EBOOK!




Um eBook é um livro eletrônico. Especificamente, eBooks são arquivos com texto que podem vir em diversos formatos.

Não há como discordar que os leitores digitais vieram para agilizar a nossa vida. Com eles, você pode ter uma biblioteca vastíssima sempre à sua disposição, para quando e onde você quiser ler. Além disso, os livros em suas versões digitais costumam ser muito mais baratos do que em sua versão física – isso quando não são gratuitos.

Tem gente que desconsidera que qualquer PDF possa ser chamado de eBook, mas não é bem assim, e mesmo vários dos recursos de um bom eBook  podem estar presentes em PDFs, como tags e o redimensionamento de texto. Mas a realidade é que a esmagadora maioria dos PDFs que circulam a web, legal ou ilegalmente, são péssimos exemplos do que um eBook pode ser. Péssimos não, lastimáveis. E se você lê apenas na tela do seu PC, tudo bem, mas qualquer dia experimente um desses arquivos em um desses aparelhos portáteis, pra ver o pesadelo que vira a leitura de um querido livro. Salve o eBook! Mas só os bons.

Com algumas variações técnicas entre si, todos esses apps podem ajudar você a ler mais, com mais praticidade e economia. Que tal dar uma chance a eles? Você pode se surpreender com a quantidade de livros que lerá até o fim tendo a ferramenta certa em mãos para isso.

O Quero Conteúdo tem uma página que indica bons EBOOKs para diferentes assuntos. Acesse essa página e veja os assuntos


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