segunda-feira, 27 de novembro de 2017

06:18:00

Psicologia e sua importância no estudo do desenvolvimento infantil


Quando se refere as etapas do desenvolvimento infantil nos remetemos as correntes da psicologia. Etimologicamente, a palavra psicologia tem sua origem na língua grega, onde psiché quer dizer alma e logia, razão significando então, o tratado da alma.

A psicologia tem grande influencia na educação. Existem práticas pedagógicas que, ora oscila em favor de uma tendência subjetivista, e ora por uma tendência objetivista de sujeitos. Foi a partir dos anos 70, no Brasil, que a perspectiva teórica que influenciou o modo como processo de ensino-aprendizagem seria definido. Chamamos então, de Behaviorismo ou Comportamentalismo.
Em diferentes partes do mundo, teóricos da educação procuraram criticar o modo reducionista de conceber a aprendizagem, propondo visões alternativas. Dentre esses teóricos, os Gestaltistas se destacaram pela teoria de Gestalt, que estuda os processos cognitivos envolvidos na percepção e na aprendizagem. Por ser inovadora e convincente, a teoria de Gestalt inspirou o surgimento de um campo da psicologia que estuda a aprendizagem, a psicologia cognitiva.
A psicologia da educação estava insatisfeita com a noção de um sujeito determinado por sua natureza individual externa, sentiu-se necessidade de uma concepção que contemplasse a interação entre indivíduo e realidade.
Nesse contexto, a teoria genética de Jean Piaget se fortalece passando a ser estendida a educação sob a denominação de Construtivismo Piagetiano.

Construtivismo piagetiano

Jean Piaget (1975) buscou romper com as perspectivas aprioristas, ou seja, que aceita, na ordem do conhecimento, fatores independentes da experiência; e as teorias ambientalistas, introduzindo uma teoria do desenvolvimento da inteligência baseada na interação do sujeito com os objetos do conhecimento.
Segundo Jean Piaget (1975) os atos biológicos são atos de organização e adaptação ao meio ambiente. O termo organização refere-se à tendência invariável das espécies de organizar seus processos internos em sistemas coerentes. O termo adaptação se dá quando o organismo se transforma em função do meio e quando essa variação tem como efeito um acréscimo das trocas entre ambos. A inteligência, portanto, seria uma forma especial de adaptação biológica.
Existem outros quatro conceitos que Jean Piaget define como básicos no processo de desenvolvimento infantil e intelectual, são eles:
  • Assimilação: é quando o indivíduo incorpora em seu ser, ou seja, assimila as características externas do meio a sua estrutura interna;
  • Acomodação: o indivíduo após assimilar as características externas, ele as acomoda para suportar as pressões do ambiente;
  • Esquemas de ação: A partir da assimilação e acomodação, o indivíduo (bebê) apresenta comportamentos baseados em reflexos, que são as respostas automáticas dadas pelo organismo ao ambiente. Neste contexto, vê-se que o movimento, um dos conhecimentos básicos da psicomotricidade, é a primeira forma de comunicação do indivíduo, relacionando ao desenvolvimento da psicomotricidade. Esses reflexos são transformados posteriormente, segundo Piaget em esquemas de ação.
Enquanto um bebê de alguns meses de vida utiliza esquemas de comportamento, uma criança quando estaria na escola trabalharia seu cérebro realizando assim operações mentais, ou seja, os esquemas de ação permeiam até o desenvolvimento total do intelecto do indivíduo.
  • Equilibração: Essa etapa é um importante segmento na teoria piagetiana. Seria uma forma de adaptação que procura maximizar as interações organismo-meio através da construção de novos instrumentos de compreensão e ação sobre a realidade. Esses conhecimentos vão sendo gerados e surgindo através de outros já existentes.
Os estágios de desenvolvimento segundo Piaget
Os períodos que marcam o desenvolvimento intelectual da criança, segundo Piaget (1975) são, período sensório-motor; período operatório; período operatório formal.
  • Período sensório-motor (compreende de zero a dois anos): A inteligência sensório-motora caracteriza-se pela ausência de pensamento, representação ou linguagem. A atividade intelectual é puramente sensorial e motora em sua interação com o ambiente. O estágio sensório-motor é dividido em seis sub-estágios:
  • Estágio reflexo: os efeitos da experiência estão centrados nos mecanismos providos de hereditariedade: sucção, preensão, choro, etc. ainda que as aprendizagens sejam significativas, estão ainda submetidas à esfera dos reflexos.
  • Estágio das reações circulares primárias: caracteriza-se pela tendência de exercitar os esquemas descobertos a partir dos reflexos através de comportamento repetitivos. Os exercícios dos primeiros esquemas mentais são denominados reações circulares primárias. As reações circulares, nesse estágio, centram-se no corpo do bebê que, por exemplo, aprende a levar o dedo na boca.
  • Estágio das reações circulares secundárias: elementos externos ao corpo do bebê são incorporados aos esquemas até então construídos. O bebê começa a engatinhar e manipular as coisas mais intensamente. As imitações passam a ser sistemáticas. O bebê torna-se capaz de produzir eventos interessantes descobertos, por acaso, o que envolve uma atividade mais complexa e intencional.
  • Estágio da coordenação dos esquemas secundários: as ações do bebê passam a visar uma meta pré-determinada. Surge o comportamento instrumental e a busca ativa dos objetos desaparecidos. Se um objeto é colocado entre o bebê e o objeto que ele deseja alcançar, ele desenvolve meios para remover o obstáculo. O bebê tenta utilizar como meios esquemas desenvolvidos em outras situações, generalizando padrões de comportamento previamente adquiridos (assimilação generalizadora). No decorrer dessas generalizações, os esquemas vão sendo modificados, mas o bebê só retém os que funcionam para remover o obstáculo. Nesse estágio, a acomodação dos antigos esquemas à experiência adquirida com as novas ações depende do sucesso dessas ações.
  • Estágio das reações circulares terciárias: nesse estágio, o bebê está aprendendo, ou já aprendeu a andar, e sai em busca de novidades. Não foca seu interesse apenas nela mesma, ou nos objetos que servem de meios para alcançar determinados fins, passando a ter curiosidade pelos objetos sob um outro ponto de vista. Começa a atribuir permanência e reconhecer que eles têm uma existência independente dela própria. Põe em prática, o ensaio-e-erro para descobrir as propriedades dos objetos, enquanto vai acomodando seu próprio comportamento a eles, e assimilando novos esquemas sem dificuldade.
  • Início da representação: esse estágio representa a transição para o próximo período de desenvolvimento, no qual a criança torna-se capaz de utilizar símbolos mentais e palavras para referir-se a objetos ausentes. A representação significa a libertação do aqui e agora, introduz a criança no mundo das possibilidades. Agora, para imitar a criança ensaia mentalmente em lugar de repetir diversas vezes um comportamento. O conceito de permanência do objeto é completamente elaborado. Devido à capacidade de representação mental a criança pode reconstruir uma série de deslocamentos invisíveis do objeto. É uma fase que revela o início da descentração.
    • Período operatório:
  • estágio pré-operatório: caracteriza-se pelo exercício das habilidades representacionais, pelo egocentrismo e pela socialização progressiva do comportamento. O egocentrismo corresponde à indiferenciação entre o próprio ponto de vista e o dos outros, ou entre a própria atividade e as transformações que ocorrem na realidade. É inconsciente, pois tomar consciência dele, o destrói.
A partir dos dois anos o desenvolvimento do vocabulário e, conseqüentemente, da linguagem, facilita o desenvolvimento conceitual, da socialização da ação, da internalização da palavra como pensamento propriamente dito. O pensamento passa a construir-se pela internalização da ação, constituindo uma linguagem interna e um sistema de signos. A ação deixa de ser puramente perceptiva e motora, tornando-se uma representação intuitiva por meio de imagens e experimentos mentais. O egocentrismo, ainda se expressa dos três aos sete anos.
  • estágio operatório concreto: esse estágio compreende o período dos sete a onze anos. A criança desenvolve o uso do pensamento lógico. Já pode solucionar problemas de conservação e a maioria dos problemas concretos, demonstrando capacidade de seriação e de classificação. Pode pensar logicamente, mas não pode aplicar a lógica a problemas hipotéticos, abstratos. No campo afetivo, a conservação de sentimentos, a formação da vontade, e o início do pensamento autônomo levam a criança a considerar os motivos dos outros nos seus julgamentos morais, o que demonstra uma superação do egocentrismo.
  • Período operatório-formal: Nesse estágio, as estruturas cognitivas (esquemas) qualitativamente maduras, e o indivíduo torna-se estruturalmente apto a aplicar operações lógicas a problemas hipotéticos. O adolescente torna-se capaz de raciocinar sobre a lógica de um argumento independentemente de seu conteúdo.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

02:41:00

Gestão de Recursos Hídricos e a Lei das Águas


A gestão de recursos hídricos é 
um conjunto de ações para regular e controlar o uso e proteger esses recursos vitais. O gerenciamento deve ser feito conforme a legislação vigente e de forma a preservar em quantidade e qualidade as águas.
Os Planos de Recursos Hídricos visam orientar e viabilizar a implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e o gerenciamento dos recursos hídricos. São elaborados por Bacia Hidrográfica, por Estado e para o País; são planos de longo prazo, com horizonte de planejamento compatível com o período de implementação de seus programas e projetos.


O enquadramento dos corpos de água em classes permite fazer a junção entre a gestão da qualidade e da quantidade da água, visando assegurar água com qualidade compatível aos usos mais exigentes da bacia. 

É importante deixar claro que Gestão de Recursos Hídricos vai muito além do simples racionamento ou economia. Trata-se de mapear riscos e oportunidades que englobam o tema. Assim será possível estabelecer métricas e objetivos concretos sobre o impacto da água nas operações e finanças do negócio.
Sobre os Riscos hídricos, eles podem ser definidos como todo o risco relacionado ao suprimento de água para atender à demanda populacional e empresarial em curto e longo prazos. O conceito abarca secas ou inundações, baixa qualidade, comprometimento de sistemas e ecossistemas aquáticos e incapacidade de suprir a demanda de água local ou global – quando os reservatórios ou fontes naturais não dão conta do abastecimento, por exemplo.

Lei das Águas

A Lei nº 9.433 de 08 de janeiro de 1997 ficou conhecida como "Lei das águas". Ela institui a Política Nacional dos Recursos Hídricos, define infrações e penalidades e cria o Singerh – Sistema Nacional dos Recursos Hídricos.
Tem-se como diretrizes a gestão sistemática desses recursos, levando em consideração a qualidade, quantidade disponível e às diversidades físicas, bióticas, demográficas, econômicas, sociais e culturais do país. A lei também prevê a integração da gestão com os setores usuários e os planejamentos regionais, estaduais e nacionais.
Essa legislação determina também que a gestão dos recursos hídricos deve ser baseada em usos múltiplos e descentralizada. Ou seja, considera os diversos usos da água e a participação da sociedade e governo nas decisões sobre os recursos.
Ressalta-se que o Plano Nacional dos Recursos Hídricos é um instrumento de gestão. Ele objetiva estabelecer diretrizes e políticas públicas para melhoria de oferta de água de acordo com as demandas exigidas.
Saiba mais sobre Gestão Ambiental e de Recursos Hídricos nesse curso online. Clique no link!

02:25:00

Saiba mais sobre a Botânica na Biologia


A palavra Botânica vem do grego botané, que significa "planta". É o estudo científico da vida das plantas e algas.

Como um campo da biologia, é também muitas vezes referenciado como a Ciência das Plantas ou Biologia Vegetal. A Botânica abrange disciplinas científicas que estudam crescimento, reprodução, metabolismo, desenvolvimento, doenças e evolução da vida das plantas.

A Botânica é a área da biologia que estuda o Reino Plantae, onde estão incluídos todos os vegetais. Nesse grupo encontramos seres exclusivamente autotróficos, eucariontes e multicelulares, ou seja, seres que produzem seu próprio alimento, apresentam células com núcleo delimitado pela carioteca e possuem mais de uma célula.

O Reino Plantae é extremamente variado, com espécies simples que não apresentam folhas, caule e raízes verdadeiras até espécies com frutos carnosos e flores deslumbrantes. Didaticamente, as plantas são divididas em quatro grupos principais, tomando como base características como a presença ou ausência de vasos condutores, sementes, flores e frutos. Esses grupos são as briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas.

As briófitas denominam o grupo de plantas mais simples. Elas são pequenas, avasculares e não possuem caule, folhas, nem raízes. Gostam de viver preferencialmente em locais úmidos e necessitam de água para reprodução. Como principais representantes desse grupo, podemos citar os musgos e hepáticas.

As pteridófitas, diferentemente das briófitas, são plantas que possuem vasos condutores de seiva, bem como folhas, caule e raiz. Essas plantas também estabelecem forte dependência com a água no que diz respeito à reprodução. Como representantes, podemos citar as samambaias e avencas.

As gimnospermas são plantas mais complexas, quando comparadas às briófitas e pteridófitas, e surgiram com uma importante novidade evolutiva: as sementes. Estas são extremamente importantes porque garantem a proteção do embrião e fornecem-lhe alimento. Nesse grupo de plantas, a característica mais marcante é a semente nua, ou seja, a semente sem estar envolvida por um fruto. Como exemplo de gimnospermas, podemos citar os pinheiros e araucárias.

Por fim, temos o grupo mais diversificado e dominante de plantas: as angiospermas. Essas plantas apresentam flores e frutos que atuam, respectivamente, atraindo polinizadores e dispersores. Sem dúvidas, essa característica favoreceu a grande quantidade de espécies desse grupo. Como exemplo, podemos citar as roseiras, os coqueiros e os cactos.

Além de estudar mais profundamente esses quatro grupos de planta, daremos ênfase também à ecologia, à anatomia e a fisiologia vegetal.

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

12:40:00

Dicas para Marketing para Veterinários



Muitos profissionais do setor veterinário têm dificuldade de implantar um plano estratégico de marketing em seus consultórios e clinicas, ao mesmo tempo em que imaginam que este tipo de plano é muito complicado para ser executado.

Numa empresa veterinária, voltada para o mercado pet, deve haver um planejamento nos diferentes níveis da equipe para que se alcance um resultado ainda melhor. É importante que este planejamento comece desde o médico-veterinário, passando por todos os auxiliares, recepcionistas e demais profissionais envolvidos na empresa

Veja 5 dicas de marketing:

Investir em um website

Muitas clínicas veterinárias contam apenas com o marketing tradicional e com a propaganda feita na própria clínica e em sua fachada.  Por isso, uma das dicas mais espertas de marketing para clínicas veterinárias, capaz de ajudar a se destacar da concorrência é investir em um website.

O site pode trazer diversas informações relevantes sobre os serviços prestados, infraestrutura, produtos comercializados, promoções, etc. Além disso, uma das excelentes formas de se fazer marketing atualmente é gerar conteúdo relevante para seus possíveis clientes por meio de um blog. Em adição, através de um site ou blog, você alcança uma quantidade maior de pessoas interessadas em seu serviço por um preço menor, pois constantes atualizações na página é uma forma mais duradoura de anunciar sua marca por muito mais tempo.

Promover eventos

A promoção de eventos, especialmente aqueles que sensibilizem o seu público (como  por exemplos de adoção de animais), é uma estratégia de marketing que pode dar muito certo! Apesar de envolver algum investimento, vincular o nome da clínica a um assunto nobre chama a atenção de muitos clientes que se solidarizam com a causa abordada. 

Usar as redes sociais

Paralelo às atualizações do site, fazer uso das redes sociais é uma ótima estratégia. Isso porque o compartilhamento de informações e de indicações nesses ambientes virtuais é mais rápido, fazendo a publicidade ser direcionada para grupos específicos com alto interesse no assunto. Além disso, patrocinar anúncios no Facebook, por exemplo, requer um baixo investimento e que pode lhe dar um rápido retorno.

Ter um programa de fidelidade

Cuidar bem do seu cliente deve ser uma prioridade da clínica. Por isso, fidelizar os clientes e recompensá-los por escolher seus serviços é uma boa forma de criar promoção da marca. Ofereça descontos por indicações e dê brindes e serviços gratuitos, como um banho e tosa, para mostrar que o cliente que opta pelos serviços oferecidos pela clínica é importante para você. Outra forma é criar cartões fidelidade, dando àqueles fieis ao estabelecimento condições e serviços diferenciados.

Capacite sua equipe

A capacitação da equipe que trabalha em sua clínica veterinária não deve estar somente voltada para a parte técnica, mas também para o bom atendimento, técnicas de vendas e principalmente, tratar bem o cliente para que sua experiência seja a melhor possível. É importante também passar a imagem de profissionalismo e de tratamento humanizado com os clientes, além de muita atenção com os animais. 


Com ajuda daqui

12:25:00

Estude e saiba ainda mais sobre Neuro Anatomia


Apesar da alta complexidade do Sistema Nervoso, só existem três tipos de neurônios: o aferente (sensitivo), o eferente (motor) e o de associação (que faz conexão entre neurônios). Estes últimos constituem a grande maioria de neurônios do SNC.

O sistema nervoso possui outras características. Aias, vale lembrar que o organismo humano, composto por bilhões de células, possui dois sistemas que atuam principalmente como meios de comunicação interna entre as células: o sistema nervoso e o sistema endócrino.

Por causa da cooperação entre os dois sistemas no sentido de fornecer comunicações entre os sistemas do corpo, eles podem ser encarados como redes intimamente associadas que operam juntas para assegurar uma função adequada ao organismo. Monitorando e controlando a maneira pela qual as diversas funções do corpo se interrelacionam, os sistemas  nervoso e endócrino contribuem na manutenção da homeostase do corpo.

As células do sistema nervoso levam mensagens sob a forma de impulsos nervosos. Esses impulsos frequentemente se originam no interior das células nervosas como resultado da atividade de estruturas sensitivas denominadas receptores. Os receptores são ativados por mudanças nos meios interno e externo do corpo. As mudanças que ativam os receptores são denominadas estímulos.

Como resultado da atividade do receptor, os impulsos nervosos se iniciam nas células nervosas sensitivas. Esses impulsos são transportados pelas células nervosas sensitivas até a medula espinal e o encéfalo. Neles, outras células nervosas podem ser ativadas e conduzirem os impulsos nervosos para várias regiões dessas estruturas. Finalmente, os impulsos nervosos são levados pelas células nervosas motoras desde o encéfalo e a medula espinal até locais específicos, como respostas à mudanças do meio, ativando seletivamente vários efetuadores. Os efetuadores capazes de responderem aos impulsos nervosos incluem as células musculares e as células secretoras de glândulas e órgãos. Além de responder a estímulos do meio, o sistema nervoso humano possui a capacidade de integrar e armazenar as informações recebidas, proporcionando desta forma, capacidade de memoria, raciocínio abstrato e formação de conceitos.

Estude e saiba ainda mais sobre NeuroAnatomia com o Box Anatomia Fácil 3.0: Neuro Anatomia
11:25:00

Como atuar na Ginástica Laboral



Nos últimos 30 anos, temos assistido a um progressivo e crescente número de Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho, as famosas DORT's. Uma síndrome com grandes extensões sociais e econômicas que refletem diretamente na vida do trabalhador e da empresa devido à incapacidade do funcionário em desenvolver plenamente suas atividades além de gerar custos significativos as empresas e organizações estaduais.
Na prática empresarial a Ginástica Laboral vem crescendo e ganhando o mercado devido aos objetivos que se propõem, embora algumas vezes não os alcançando plenamente, podendo ser este o motivo do descrédito por alguns empresários; porém podemos apontar alguns fatores que podem estar influenciando para o insucesso da chegada a esses objetivos.
Com isso, a Ginástica Laboral se transformou num campo de atuação para profissionais de Educação Física e Fisioterapeutas.  Portanto, para o profissional é importante ter alguns itens como objetivos para atuação nesta área:
- Compreender as mudanças ocorridas no mundo do trabalho nos últimos anos, relacionadas às expectativas das empresas e da sociedade em relação à saúde e à qualidade de vida.
- Destacar os rumos que os programas de ginástica laboral e promoção de saúde estão tomando.
- Oferecer conhecimentos que gerem oportunidades de inserção mercadológica, diferenciação, desenvolvimento e bons negócios.
- Discutir as tendências e novidades práticas do segmento de promoção de saúde no Brasil, especialmente em ambientes corporativos, onde acontecem os programas de ginástica laboral.
A Laboral School, escola avançada em Ginástica Laboral vai te ajudar neste processo para aprendizado de uma melhor atuação dentro desta área de trabalho.
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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

10:01:00

Saiba mais sobre a Nutrição Funcional na Estética!


Na estética, reconhecem-se os benefícios do consumo de alimentos funcionais e nutracêuticos. Atuando, sobretudo, como antioxidantes, estes compostos combatem os radicais livres responsáveis pelo envelhecimento da pele e podem ter ação fotoprotetora, prevenindo não somente o envelhecimento prematuro, como também o risco de câncer de pele.

Quando incluídos no contexto de uma dieta saudável, os alimentos e compostos funcionais não só auxiliam a melhorar o aspecto da pele, mas também melhoram a função intestinal, o bem-estar e o equilíbrio do organismo, garantindo a autoestima. Além disso, uma alimentação saudável também aumenta a disposição e melhora o desempenho na realização de atividade física, otimizando ainda mais os benefícios estéticos.

Saiba mais sobre Nutrição Funcional na Estética

No que se refere à beleza e saúde da pele, os compostos funcionais com papel mais importante são os flavonoides e carotenoides. As vitaminas antioxidantes provenientes da dieta também desempenham papel fundamental para garantir a beleza da pele e sua proteção contra o envelhecimento precoce.

Os carotenoides, como o β-caroteno, apresentam, além de atividade antioxidante, outras características relevantes. Estes compostos acumulam-se no tecido hipodérmico, conferindo à pele uma tonalidade bronzeada. A luteína acumula-se na mácula lútea, protegendo os olhos contra o dano que poderia levar ao desenvolvimento de catarata ou degeneração macular.

Não existe risco para a saúde proveniente do consumo excessivo de β-caroteno por meio de fontes dietéticas naturais (cenoura, abóbora, laranja, tangerina), a não ser que quantidades excessivamente grandes sejam consumidas.

O  β-caroteno atua como aceptor de espécies reativas de oxigênio (EROs), além de ser precursor da vitamina A, mantendo o equilíbrio e adequada ação fisiológica desta vitamina.

Os carotenoides estão entre os sequestradores mais eficientes do oxigênio singleto, além de sequestrar radicais peroxila, agindo em sinergia com os tocoferóis (vitamina E). A suplementação oral com carotenoides protege contra o eritema induzido pela radiação UV.

Muitos estudos sugerem que flavonoides e carotenoides exercem uma grande variedade de atividades, incluindo a interação com enzimas envolvidas na divisão e proliferação celular, agregação plaquetária e detoxificação, embora a atenção seja mais dirigida para sua atividade antioxidante.

As vitaminas E e C também neutralizam os efeitos de EROs. A vitamina C, como cofator enzimático, é necessária para a produção de fibras de colágeno e desempenha a função fundamental de regenerar a vitamina E da forma de radical tocoferil.

A vitamina A e os retinoides são também conhecidos por seus mecanismos de redução do dano crônico causado pela radiação UV e de proteção contra a carcinogênese, incluindo a regulação de oncogenes por meio de ligação nuclear; além disso, melhora a resposta imune.

As atividades tróficas e de reidratação das vitaminas A, C e E funcionam de maneira efetiva não apenas na epiderme, e sim em toda a estrutura da pele. A vitamina E protege contra a oxidação e alterações das células da derme e de estruturas fibrosas.

A vitamina A, conhecida por proteger e estimular o epitélio, melhora o turnover celular da epiderme, unhas e pelos e preserva o endotélio vascular. A vitamina C apresenta um amplo espectro de atividades e sustenta o parênquima da pele.

A beleza da pele também pode ser otimizada por meio da diminuição da inflamação cutânea, sobretudo quando relacionada à acne. O consumo crônico de carboidratos de alto índice glicêmico (IG) pode causar hiperinsulinemia e resistência à insulina, que podem por sua vez iniciar uma cascata endócrina que afeta as glândulas sebáceas e a queratinização folicular.

Por outro lado, dietas de baixo IG parecem contribuir para a melhora da acne. Nesse sentido, o consumo de alimentos ricos em fibras solúveis e insolúveis melhora a inflamação relacionada com a acne.

Outro fator dietético que influencia na inflamação cutânea é o consumo de ácidos graxos poli-insaturados da série ω-3. Estes ácidos graxos são capazes de suprimir a produção de citocinas pró-inflamatórias e dos eicosanoides pró-inflamatórios prostaglandina E2 e leucotrieno B4.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

13:35:00

Saiba mais sobre as Análises Físico-Químicas de Alimentos


A rotulagem de alimentos embalados é obrigatória, o que demanda diversas análises físico-químicas. A fim de garantir a qualidade dos alimentos, é fundamental a avaliação de diversos índices físico-químicos em matérias-primas, produtos intermediários e no alimento pronto. Alimentos só podem ser comercializados quando atendem a padrões de identidade e qualidade estabelecidos por órgãos nacionais e internacionais. Atualmente, mais de 200 produtos possuem tais requisitos. Para certificar esses padrões já estabelecidos e universalmente aceitos, é necessária a condução de análises físico-químicas.

Analisar alimentos que serão comercializados é uma parte obrigatória no controle sanitário e de qualidade, para verificar a presença de elementos que possam apresentar riscos à saúde humana ou animal.

As análises físico químicas de alimentos também servem para delimitar as informações nutricionais, dados que obrigatoriamente devem constar nos rótulos dos produtos alimentícios.

Realizadas em produtos de origem animal, vegetal ou industrializados, as análises físico químicas de alimentos   dão maior tranquilidade para a comercialização de produtos.

As análises físico químicas de alimentos envolvem:
  • Análise da composição química, como teores de proteínas, carboidratos, fibras, lipídios e sódio;
  • Análise física, verificação de texturas, viscosidades e ingredientes;
  • Determinação de valores energéticos, vitaminas e minerais;
  • Análise da umidade;
  • Verificação da contaminação por metais, resíduos de agrotóxicos e microtoxinas.
Saiba mais sobre esse assunto no Curso Online de Análises Físico-Químicas de Alimentos.
Oferecer as informações corretas não é somente seguir a lei, mas também entregar o melhor produto para o consumidor.
13:10:00

Saiba mais sobre a Terapia com Equinos


O termo "Equoterapia" foi criado pela ANDE-Brasil (Associação Nacional de Equoterapia, fundada em 1989) e caracteriza todas as práticas que envolvem o cavalo para a terapia
Trata-se de um método terapêutico e educacional que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, nas áreas da saúde, educação e equitação, visando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ou com necessidades especiais.
"Praticante de Equoterapia" é o termo utilizado para se referir à pessoa quando em atividades equoterápicas. Este atua ativamente no processo terapêutico e em sua reabilitação, na medida em que interage com o cavalo.
As sessões de Equoterapia podem ser realizadas em grupo, mas todo o planejamento e acompanhamento devem ser individualizados.
É importante lembrar que a Equoterapia não exclui outras formas de terapia, ou seja, não é exclusiva, nem excludente. É complementar.
Indicações da Equoterapia:
É indicada para casos em que se objetiva a busca por benefícios biopsicossociais às pessoas com deficiências físicas e/ou com necessidades especiais, tais como:
  • Lesões neuromotoras de origem encefálica ou medular;
  • Patologias ortopédicas congênitas ou adquiridas por acidentes diversos;
  • Disfunções sensório-motoras;
  • Distúrbios (evolutivos, comportamentais, de aprendizagem, emocionais).
Você pode saber mais sobre essa Terapia com Equinos no Curso Online de Terapia com Equinos. Clique aqui para saber mais
A equoterapia apresenta resultados positivos em relação ao autocuidado, tais como as práticas alimentares e as de higiene pessoal, estimuladas pelos terapeutas ocupacionais e, claro, pelos cavalos, pois os pacientes alimentam, escovam e participam do banho desses animais.

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