terça-feira, 10 de agosto de 2010

Enfermagem na Cardiologia

Enfermagem em Cardiologia

A Parada Cardíaca Súbita (PCS) é a principal causa de morte na Europa, nos Estados Unidos da América e no Canadá. No Brasil as doenças do aparelho circulatório são as principais causas de morte, (AMERICAN HEART ASSOCIATION, 2005)

Dentre as emergências cardiológicas a parada cardiorrespiratória (PCR) é a situação de máxima atenção e que exige toda experiência do enfermeiro e sua equipe de enfermagem representando a mais grave emergência clínica com que podemos nos defrontar, esta é a situação de máximo estresse agudo ao organismo, sendo muito temida pelo enfermeiro e sua equipe de trabalho quando de sua ocorrência, (WORSTMAN; FRANK et al, 2005).

A PCR pode ser definida como uma condição súbita e inesperada de deficiência absoluta de oxigenação tissular seja por ineficiência circulatória ou por cessação da função respiratória, (CINTRA; NISHIDE; NUNES, 2005).

Segundo esses autores, em qualquer uma das situações, ou na presença de ambas, poderão ocorrer danos celulares irreparáveis em poucos minutos, devendo-se ter em mente que lesões cerebrais graves e irreversíveis ocorrem logo após os primeiros cinco minutos de PCR, em condições de normotermia. É de extrema importância que toda pessoa, (inclusive leigos) saiba detectar uma PCR, pois não se deve perder mais que 10 a 20 segundos para realizar o diagnóstico e instituir as manobras de ressucitação cardiopulmonar. A PCR é clinicamente diagnosticada quando pelo menos quatro condições coexistem: 1) inconsciência; 2) apnéia ou esboço de respiração; 3) ausência de pulsos nas grandes artérias e 4) aparência moribunda. Na prática, considera-se o paciente em PCR quando, pela palpação digital nas regiões carotídeas e femorais, não é possível se detectar pulsações efetivas, e ausência de movimentos respiratórios.

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